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Mostrando postagens com marcador Eventos. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

PostHeaderIcon Liquajur e Conaqj realizar Oficina de Danças Nordestina em Roraima



Aconteceu entre os dias 21 a 25 de Janeiro em Roraima, a 1º Oficina de Danças Nordestinas realizada pela LIQUAJUR e CONAQJ que teve como objetivo aprimorar a qualidade das Quadrilhas Juninas e uma maior integração entre as mesmas. 
A oficina foi realizada por Naldinho Flores, coreógrafo e renomado folclorista paraibano que demonstrou conhecimento, técnica e segurança na transmissão dos conteúdos proposto.

A organização do evento agradeceu a participação de todos, incluindo grupos da Fequaj pela participação neste grande evento.

A Liquajur e Conaqj agradece ao vereador Sandro Baré Cruz,  Eucatur,  Folha de Boa Vista e  TV Roraima pelo apoio.







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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

PostHeaderIcon Arraiá Elétrico 2013 promete levar muito forró para avenida

"Sergipe é o país do forró”, essa frase conhecida de uma canção do cantor sergipano Rogério, apresentou o nosso estado para o restante do país, e traz o som da sanfona como nossa referência cultural, e na maior prévia caravalesca do Brasil, no “pai do forró”, o arrasta-pé não poderia deixar de estar na avenida.

Com o bloco “Arraiá Elétrico”, uma iniciativa da Confederação de Nacional de Quadrilhas Juninas, através de sua representação em Sergipe, o público vai forrofiar com várias bandas sergipanas e vai conferir ainda apresentações das maiores quadrilhas juninas do Estado. E pela terceira vez no circuito promete contagiar os foliões na sexta-feira, dia 18, no segundo dia do Pré Caju.
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PostHeaderIcon Conaqj vai comemorar pelo terceiro ano em Sergipe o Centenário do Rei do Baião

Em 13 de dezembro de 1912, nasceu o Rei do Baião, no pequeno vilarejo com o emblemático nome de Exu, no sertão pernambucano, e recebeu o nome de Luiz Gonzaga Nascimento. Luiz porque era dia de Santa Luzia, Gonzaga por sugestão do vigário que o batizou, e Nascimento por ser o mês em que Maria deu à luz Jesus. Ele era filho de Ana Batista de Jesus, uma cabocla bonita conhecida como Santana, e de Januário José dos Santos, o único tocador de sanfona da região, um fole de oito baixos. 

Segundo dos nove filhos do casal, aos 8 anos já empunhava sua sanfona e recebia cachê para cantar e tocar a noite inteira em festas da região. Em 1920, era famoso por lá. Quatro anos depois, por causa de uma enchente, a família se mudou para Araripe. Lá, Gonzaga adquiriu um fole Kock de oito baixos, com a ajuda de um coronel, que pagou a metade do preço do instrumento. Luiz Gonzaga já ganhava mais que o pai, mas não tanto para comprar sozinho o fole, muito acima de suas posses.


Em 1926, ele foi para o Rio de Janeiro. Lá, se apaixonou por Nazarena, mas o pai da moça não gostou nem um pouquinho do namoro. Arrumou uma confusão e acabou vendendo sua sanfoninha de oito foles, indo em seguida para o Ceará. Aumentou sua idade para entrar no exército, e virou soldado Nascimento. Correu o país em missões militares durante a Revolução de 1930. Enquanto isso, seu pai, mestre Januário, conseguiu reaver a sanfona que Gonzaga tinha vendido. Gonzaga continuou no exército e, nas horas de folga, não deixava de ouvir músicas no rádio. Aí, decidiu fazer um concurso para músico, no exército mesmo – mas foi reprovado. Não conhecia a escala musical. Então, virou soldado-corneteiro e ganhou o apelido de Bico de Aço. Ainda no exército, em 1936, aprendeu a tocar sanfona de 120 baixos; comprou uma de 48 baixos e tocou em algumas festas. Ele pagou uma pequena fortuna para comprar uma sanfona branca, Honner, de 80 baixos, de um caixeiro-viajante. Só que o cara era um vigarista. Luiz Gonzaga, que a essa altura servia em um quartel em Ouro Preto (MG), foi então pra São Paulo atrás do vendedor pilantra. Não conseguiu achar o sujeito, mas não voltou de mãos vazias. Com o dinheiro que faltava pagar ao caixeiro-viajante, comprou uma sanfona igualzinha a que o fulaninho que o enganou ofereceu a ele.

Em 1939, Gonzaga deu baixa do exército. Voltou para o Rio com intenção de, de lá, ir para casa em Exu. Mas acabou ficando na Cidade Maravilhosa. Foi no Rio que apresentou pela primeira vez em um palco, o cabaré chamado O Tabu. 

Ritmos estrangeiros invadiram o país como consequência da grande guerra e Luiz Gonzaga não se fez de rogado: tocava todo tipo de música, incluindo blues e fox trot. Voltando às raízes, em 1940 foi ao programa de rádio de Ary Barroso, Calouros em Desfile; tocou a música “Vira e Mexe”, de sua terra, e conseguiu nota máxima. Então, ele foi trabalhar com Zé do Norte no A Hora Sertaneja, programa da Rádio Transmissora. No ano seguinte, assinou contrato com gravadora RCA Victor e lançou 4 músicas em um disco de 78 rotações. Gravou mais dois e ganhou destaque na mídia. Gonzagão gravou 30 discos instrumentais - não podia cantar neles por imposição da gravadora. Seu sucesso, até então, era apenas como sanfoneiro.

Em 1943, viu o sanfoneiro catarinense Pedro Raimundo se apresentar com roupas de gaúcho. Decidiu, então, vestir-se com roupas típicas do nordeste. E mais: irritou-se com a interpretação que Manezinho Araújo deu a uma composição sua em parceria com Miguel Lima: “Dezessete e Setecentos”. Resolve cantá-la. E aí seu sucesso só fez crescer, crescer e crescer. Gonzagão foi para a Rádio Nacional, onde Paulo Gracindo acabou divulgando seu novo apelido, Lua, por ter cara redonda. Em 1945, gravou seu primeiro disco tocando e cantando. O hit é “Dança Mariquinha”. O sucesso aumentou. Gravou mais e, em 1947, lançou a música que é um ícone de sua obra e um dos grandes clássicos da MPB: “Asa Branca”, em parceria com Humberto Teixeira. Foi também nessa época que adotou o acessório que marcou sua imagem, um chapéu de couro igual ao que Lampião usava. No ano seguinte, casou-se com Helena das Neves. Mas Luiz Gonzaga já tinha um filho de 3 anos de uma relação anterior, Luiz Gonzaga do Nascimento Junior. Posteriormente, adotou uma menina com Helena, a Rosa Maria. 

Em 1949, muito preocupado com a violenta guerra entre coroneis que acontecia em Exu, resolveu trazer a família para o Rio.
Começou a compor muito, principalmente em parceria com Humberto Teixeira e Zé Dantas. Suas músicas passaram a ser gravadas também por outros intérpretes e, em 1951, ele já era o Rei do Baião. A gravadora RCA Victor trabalhava praticamente só para ele. Em 1955, gravou seu primeiro disco de 45 rotações e, em seguida, o primeiro LP, de 10 polegadas e 33 rotações. Em 1958, no auge da Bossa Nova, gravou um LP de 12 polegadas: Xamego.
Em 1961, Luiz Gonzaga resolveu virar Maçom. Sofreu seu segundo acidente de carro e feriu o olho direito. Dois anos depois, sua sanfona Universal foi roubada e ele adotou, definitivamente, a sanfona branca. Mandou gravar “É do Povo” em todos os seus instrumentos.

Depois do golpe militar, em 1965, Geraldo Vandré gravou “Asa Branca” e Gilberto Gil começou a falar do Rei do Baião em suas entrevistas. Luiz Gonzaga gravou “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores”, hino contra a ditadura, e “Fica Mal com Deus”, ambas compostas por Vandré. 

Aconteceu uma coisa engraçada em 1968. Carlos Imperial começou a espalhar que os Beatles gravaram “Asa Branca”! Mentira, claro. Luiz Gonzaga ocupou de novo muito espaço na imprensa por causa dessa brincadeira e virou destaque na revista Veja com a matéria “Gonzaga: a volta do Baião”. Em 1971, Caetano Veloso e Sérgio Mendes gravam “Asa Branca”. O nordestino de Exu virou sucesso entre os hippies. 

No ano seguinte, aos 59 anos, Gonzaga se apresentou para um público jovem no Teatro Teresa Raquel, no Rio, uma iniciativa de Capinam. Deixou a RCA Victor e foi para a Odeon. O grego Demis Roussos também gravou “Asa Branca”, em versão em inglês, “White Wings”.
Em 1980, ele cantou para o Papa João Paulo II e recebeu um “obrigado, cantador”. Ele se emocionou muito. Em 1982, virou, enfim, Gonzagão. O filho, Gonzaguinha, o acompanhou numa turnê e já mostrava que só daria orgulho ao pai. Os dois haviam gravado juntos o LP Descanso em Casa, Moro no Mundo, grande sucesso. Em 1984, ganhou seu primeiro Disco de Ouro com o LP Danado de Bom. Três anos depois, veio o Disco de Platina com Forró de Cabo a Rabo. Em 1988, foi para a gravadora Copacabana. Lá gravou seus últimos LPs. 

Naquele ano, separou-se de Helena e assumiu a relação com Edelzuíta Rabelo. Em 1989, Gonzagão se apresentou pela última vez, surgindo no palco em uma cadeira de rodas. Ele sofria de osteoporose e, desobedecendo ordens médicas, participou de um show, com Dominguinhos, Alceu Valença e Gonzaguinha, entre outros, no dia 6 de junho no teatro Guararapes, em Recife. No dia 21 de junho foi internado e morreu no dia 2 de agosto, aos 76 anos, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Curiosamente, nesse mesmo dia, uma galinha pela qual Luiz Gonzaga tinha grande estima morreu também. A galinha estava em uma das fazendas que o Rei do Baião havia vendido com tudo dentro, fazendo, porém, uma recomendação especial para cuidarem muito bem da bichinha. Dizem que ela morreu de tristeza.

Para quem for acompanhar o desfile da Unidos da Tijuca, hoje, algumas informações:
Enredo: “O dia em que toda a realeza desembarcou na avenida para coroar o rei Luiz do sertão”

Samba da Unidos da Tijuca:
Segue a letra do samba, composto por Vadinho, Josemar Manfredini, Jorge Callado, Silas Augusto e Cesinha:
Nessa viagem arretada
“Lua” clareia a inspiração
Vejo a realeza encantada
Com as belezas do Sertão
“Chuva, sol”, meu olhar
Brilhou em terra distante
Ai, que visão deslumbrante, se avexe não
Muié rendá é rendeira
E no tempero da feira
O barro, o mestre, a criação
Mandacaru, a flor do cangaço

Tem “xote menina” nesse arrasta-pé

Oh! Meu Padim, santo abençoado
É promessa, eu pago, me guia na fé
Em cada estação, a “triste partida”

Eu vi no caminho vida severina
À margem do Chico espantei o mal
Bordando o folclore, raiz cultural
Simbora que a noite já vem, “saudades do meu São João”
“Respeita Véio Januário, seus oito baixo tinhoso que só”
“Numa serenata” feliz vou cantar
No meu Pé de Serra festejo ao luar
Tijuca, a luz do arauto anuncia
Na carruagem da folia, hoje tem coroação
A minha emoção vai te convidar
Canta Tijuca, vem comemorar
“Inté Asa Branca” encontra o pavão
Pra coroar o “Rei do Sertão”
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terça-feira, 24 de julho de 2012

PostHeaderIcon Conaqj prepara uma grande festa para comemorar o Centenário do Rei do Baião

O Rei do Baião será cantado em verso e prosa em 2012. No ano do centenário de seu nascimento, o pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento vai receber uma infinidade de homenagens Brasil afora. E a Festa com a Conaqj não poderia deixar de prestar seu tributo àquele que é o maior expoente de alguns dos ritmos mais genuinamente brasileiros, como o forró e o baião.

A homenagem da Conaqj já tem data e local para acontecer, será no dia 13 de Dezembro em diversos Estados. Já são 3 anos consectivos que a Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos (Conaqj) realiza o Dia Nacional do Forró, com muitas homenagens, forró, quadrilhas juninas, o evento este ano promete fechar com chave de ouro o Centenário do Rei do Baião.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

PostHeaderIcon Segundo Ensaião Premiado da Liguajur


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PostHeaderIcon Primeiro Festival de Quadrilhas Juninas da Zona Sul de Maceió


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PostHeaderIcon Unidos Fest da Quadrilha Junina Unidos em Asa Branca/SE

Participe do 1º Unidos Fest da Quadrilha Junina Unidos em Asa Branca de Sergipe.
Lançamento 2012 - Dia 06 de Maio na Praça do Conjunto Leite Neto em Aracaju.
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segunda-feira, 16 de abril de 2012

PostHeaderIcon Globo Nordeste abre inscrições para Festival de Quadrilhas Juninas


 Começam neste sábado (14) e vão até a próxima sexta-feira (20) as inscrições para o Festival de Quadrilhas Juninas da Globo Nordeste. Os grupos interessados podem se inscrever pela internet ou pessoalmente, na Arena Global, em Ouro Preto, bairro de Olinda, com acesso pela Rua Abrolhos. O atendimento acontece das 9h às 12h e das 14h às 18h.

As inscrições virtuais só serão validadas após a substituição do comprovante provisório, que será gerado pelo sistema após a conclusão do processo e deve ser impresso - é com esse documento que o representante da quadrilha vai agendar a substituição pelo comprovante definitivo, validando a inscrição.

Para agendar a validação, basta ligar para o número (81) 3493-8042/8043, das 10h às 13h, num prazo máximo de dois dias úteis após o último dia de inscrição. Quem perder essa data terá sua inscrição anulada.

No momento da inscrição, devem ser informados os seguintes dados: nome completo da quadrilha, data e pequeno histórico da fundação (máximo de dez linhas) e resumo sobre o tema a ser apresentado; relação com nome, data de nascimento, idade e número da carteira de identidade (com órgão emissor) de todos os componentes da quadrilha. Tudo isso deve ser apresentado de forma legível, digitada ou em letra de forma.

No dia 5 de maio, às 10h, será realizado o sorteio para definição da ordem de apresentação das quadrilhas, na fase eliminatória. O sorteio acontece no Teatro Boa Vista, no centro do Recife, e, uma vez definidas as datas e horários, eles não poderão ser alterados.

As eliminatórias acontecerão de quinta a domingo, nos dias 31 de maio, 1, 2, 3, 7, 8, 9 e 10 de junho. O local das apresentações ainda vai ser definido. As dez quadrilhas que atingirem a maior pontuação durante a fase eliminatória vão para a final do concurso. O resultado com os nomes dos finalistas será divulgado no dia 13 de junho e a final está marcada para o dia 16 de junho.

Pelo menos 20 pares devem formar as quadrilhas competidoras - os componentes devem ter mais de 16 anos. Os jurados vão avaliar aspectos como coreografia, figurino, repertório musical, a cerimônia do casamento, o marcador e o conjunto. A campeã do festival vai receber um prêmio de R$ 10 mil; a vice, R$ 7,5 mil e a terceira colocada, R$ 5 mil. Também serão eleitos os melhores marcador, casamento e destaque.
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terça-feira, 3 de abril de 2012

PostHeaderIcon Esquenta Junino da Quadrilha Explosão Caipira - Roraima


Vem aí o maior ESQUENTA JUNINO do Brasil!

Dias 12, 13 e 14 de abril no campo do Caimbé - Boa Vista - RR
Apresentação de quadrilhas, sorteio de prêmios, concurso de Rei e Rainha caipira, comidas típicas, concurso de rainha gay do arraial, bandas todas as noites e muito mais...Você não pode perder!
www.explosaocaipira.com
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PostHeaderIcon 2º Fórum Brasileiro de Quadrilhas Juninas em João Pessoa Paraíba



















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quarta-feira, 14 de março de 2012

PostHeaderIcon Confirmado em João Pessoa na Paraíba o 2º Fórum Brasileiro de Quadrilhas Juninas

A Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos (Conaqj), tem a honra de convidá-lo para o maior encontro cultural junino já realizado até hoje no no Brasil e que contará ocm a presença de Secretários de Cultura e Turismo, Prefeitos, universitários, Quadrilheiros, além de Presidentes de Federações e Ligas de Quadrilhas Juninas de todo o Brasil.

Informações: Conaqj@hotmail.com
Helry: 79 9162-1371
Lucio: 83 9673-7888 / 8712-6261
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

PostHeaderIcon 2º Fórum Brasileiro de Quadrilhas Juninas em João Pessoa Paraíba

 2º Fórum Brasileiro de Quadrilhas Juninas
2º Fórum Brasileiro de Cultura Junina

Você é o nosso convidado para este grande evento Nacional.
Para participar é simples, envie seu nome completo e o nome do grupo, Estado e dados de contato para o nosso email: Conaqj@hotmail.com (Inscrições gratuíta)

O evento aconte nos dias 24 e 25 de Março na Estação Ciência, Cultura e Artes de Cabo Branco, João Pessoa Paraíba.
No dia 23 acontece a Assembléia geral da Conaqj com nomeações da nova diretoria e lançamento da planilha de eventos e projetos 2012 da Confederação.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

PostHeaderIcon Bloco Arraiá Elétrico 2012












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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

PostHeaderIcon Artistas sergipanos comemoram o Dia Nacional do Forró com a Conaqj





Na última terça-feira, 13, foi comemorado o Dia Nacional do Forró. Durante uma noite que renderá muitas recordações, artistas sergipanos se apresentaram na Praça de Eventos da Orla de Atalaia, com o objetivo de celebrar a música mais popular do nordeste. Além disso, o dia 13 de dezembro também corresponde à data em que nasceu o músico Luiz Gonzaga. Visando lembrar o aniversário do Rei do Baião com vigor e respeito,  a Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas (CONAQJ) em parceria com a Luzzy Eventos realizou uma grande festa, que contou ainda com o apoio de várias entidades, a exemplo da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju).

Para o compositor Rogério, a noite faz jus não só ao lendário de Luiz Gonzaga, mas a todos aqueles artistas que trabalham com o autêntico forró pé-de-serra. “Eu já tive o prazer de tocar com o Gonzagão e de abrir alguns dos seus shows. Então, sei o que significa conviver com essa lenda e dividir alguns dos seus momentos mais inspiradores. Luiz Gonzaga não era apenas um músico criativo, mas um poeta de sensibilidade única com relação à vida do sertão nordestino. Esta noite tem potencial para respeitar todos nós que fazemos da nossa vida o forró e que damos continuidade à tradição”, falou Rogério.

Se tocar forró já é uma arte, dançar o ritmo de maneira coreografada é contribuir com a tradição através da essência do Rei do Baião. Em Sergipe, a quadrilha junina vem exercendo um papel que vai além de preservar parte da cultura popular nordestina. “O trabalho de uma quadrilha junina deixou de ser algo apenas cultural e atingiu uma importante referência social. A maioria das quadrilhas ensaia em escolas públicas e atuam em áreas periféricas da cidade, ocupando o tempo ocioso de jovens que poderiam estar fazendo atividades não interessantes para a família e para sua comunidade”, conta Eloy Filho, marcador da quadrilha Unidos em Asa Branca, que se apresentou na Orla de Atalaia durante a celebração do Dia Nacional do Forró.

Entre os vários artistas que puderam mostrar um pouco do seu trabalho e homenagear o Gonzagão, uma das atrações que mais animou os visitantes da orla de Atalaia foi a Orquestra Sanfônica de Aracaju (ORSA), encerrando com chave de ouro a noite que celebrou o ritmo musical mais popular de Sergipe. Para Valter Júnior, acordeonista integrante da ORSA, tocar forró é honrar a tradição sergipana e continuar um trabalho musical hereditário. “Eu praticamente cresci respirando o forró, através do meu pai,  Valtinho do Acordeon. Por várias viagens que já fiz com a Orquestra, pude perceber como o forró é o elemento da cultura sergipana que mais chama a atenção para quem não é do estado. Talvez seja nossa principal identidade”, disse o músico.

Homenagem

O Dia Nacional do Forró não serviu apenas para homenagear Luiz Gonzaga. Em Aracaju, a organização da festa também encontrou espaço para lembrar de entidades que contribuem diariamente com a cultura do estado. Entre os homenageados estava o presidente da Funcaju, Waldoilson Leite, que mais uma vez foi reconhecido pelo trabalho frente à Fundação. “Essa festa está celebrando a música sergipana em sua mais pura raiz. A Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) jamais poderia ignorar um movimento tão bonito e que inspira os artistas locais a todo o momento”, comentou o presidente. Entre outros homenageados do noite, também estiveram a deputada estadual Ana Lúcia, o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Cultura, Marcelo Rangel, e o forrozeiro Josa, o ‘Vaqueiro do Sertão’.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PostHeaderIcon Camisa comemorativa da Conaqj para o dia nacional do forró em Dezembro



Camisa comemorativa da Conaqj para festejar o DIA NACIONAL DO FORRÓ no dia 13 de Dezembro com diversas atrações. O evento acontece em alguns Estados através de nossos parceiros e em Sergipe o evento será comandado pessoalmente pela diretoria regional da Conaqj.
Ao decorrer da semana falaremos mais sobre esse grande evento que comemora o dia Nacional do Forró.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PostHeaderIcon Festival Folclórico de Humaitá será realizado nos dias 16 e 17 de Setembro

Quadrilhas e grupos de Toadas já se preparam para o maior festival folclórico do sul do Amazonas



Quadrilha Mocidade no Festifos (Festival folclórico de Humaitá). Foto Arquivo: site o Curumim

Humaitá/AM - O 3º Mangaba Festifos (Festival Folclórico) de Humaitá será realizado nos dias 16 e 17 de Setembro, com a tradicional apresentação dos Grupos de Toadas e Quadrilhas. A programação oficial foi anunciada esta noite,12, pelo Prefeito Dedei Lobo, presidentes das agremiações e a Comissão Organizadora do evento, no encontro que reuniu todos os setores envolvidos nas ações da festa. “A expectativa da cidade é de receber aproximadamente quinze mil turistas e estamos nos preparando para isso, embora a reconhecemos que essa seja uma difícil missão, principalmente se não houver a participação de todos”; finalizou o prefeito Dedei Lobo.



 As duas favoritas desse ano e a campeã do ano passado a Quadrilha Mocidade e o terceiro colocado os Matutos que já vem trabalhando a mais de 5 meses, Outras quadrilha também prometem surpreender o público presente. Nos dois dias de festa, terá apresentação dos diversos grupos de toadas e quadrilhas. O palco da disputa das agremiações e na rua 5 de setembro no Estádio Arlindo Braz da Silva conhecido popularmente como Madeirão no centro da cidade.

Turistas terão atenção especial



Segundo o prefeito Dedei Lobo, atender bem o turista ele retorna e divulga nosso Município, a propaganda é muito importante para o crescimento turístico de Humaitá. "Como a festa vai ser dois dias os turista terão tempo de visitar os cartões postais da cidade como o antigo centro histórico, conhecer as belezas naturais e nossas magnifica culinária".


Estrutura – O 3º Festival Mangaba Festifos também trará novidades em sua estrutura, visando garantir o conforto e a segurança do público. Como o evento está sendo ampliado – inclusive com um palco maior que o anos passado – A preocupação do Prefeito Dedei Lobo e sua equipe de organização do evento desse ano, é com os serviços que o município possa oferecer, assim melhorar como, por exemplo; hotéis, restaurantes, lanchonetes, taxis, motos-taxis enfim, o turismo é obrigação do Estado (município).

Bancos;
 Outro problema são os serviços bancário em Humaitá, nos grandes eventos realizados na cidade como: Carnaval, Aniversário da Cidade, Festival Folclórico, Rodeio e Festa da Padroeira e feriados prolongados, os bancos deixam a desejar nos caixas-eletrônicos, falta dinheiro, falta de comunicação e etc., precisam eles assumir o compromisso de abastecerem seus caixas para que os clientes possam usufruir dessas facilidades, assim também como todo serviço da cidade, possa facilitar em recebimentos de contas através de máquinas para débito, crédito, recargas para celulares no uso de cartões. (cartões de créditos).

Mangaba Festifos


E o maior festival folclórico do Sul do Amazonas. iniciado pela Prefeitura Municipal de Humaitá em 2009 após o extinto Festifos (Festival Folclórico São domingo Sávio) que até então era o maior. O festival tomou proporções nacionais após apresentações marcantes das melhores quadrilhas do norte do Brasil. disputadas acirradamente pelas agremiações Mocidade, Santo Antônio, Os Matutos de Nossa Senhora do Carmo, O Caipiras na Roça ( Lombo da Cobra) e o COC . São esperados aproximadamente 40 mil pessoas nas duas noite de festas entre população e turistas vinda dos diversos cantos do país. Apenas as agremiações convidadas se apresentarão no evento.

 
Ainda será realizado, nas reuniões, o sorteio da ordem de apresentação das agremiações.

 
Todos os grupos de Toadas e quadrilhas deverão apresentar o histórico do tema de suas apresentação do Mangaba festífos até o dia 24 desse mês.

 

Critérios a serem julgados

Quadrilhas (Adulta e Mirim )


Animação


Animador (Marcador)


Coreografia e evolução dos passos


Criatividade


Desenvoltura (dança)


Integração com o público


Casal: Noiva e Noivo


Casal: Lampião e Maria Bonita


Casal: Seringueiros


Casal: Pescadores


Organização ( Coordenação)


Rainhas


Tema Desenvolvido


Traje
 
 
Geovanni Matthaus
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PostHeaderIcon Conaqj participa de discussão sobre o Folclore em Sergipe


Sergipe - Chegança, Lambe Sujo, Cacumbi, Caboclinho e Taieira são alguns dos grupos folclóricos do Estado, que de geração em geração sobrevivem às dificuldades financeiras em divulgar as suas manifestações culturais e não deixar morrer a suas tradições.

Com o tema ‘Folclore e a nova realidade cultural e comunicacional’, o Cinform Convida desta terça-feira, 16, discutiu os caminhos da valorização e do resgate do folclore.

No quesito comunicação, José Menezes, conhecido como ‘Zé Rolinha’, mestre da chegança de Laranjeiras, lembra que os grupos folclórico são bastante procurados pela imprensa. No entanto, na visão do artista há pontos negativos. “A mídia entra de uma tal forma e não tem um retorno para os brincantes e os produtores culturais.  É passado o nosso produto adiante, mas usam fotos em jornais sem autorização nenhuma”, ressalta Zé Rolinha.

Para enaltecer e eternizar os grupos folclóricos, Aglaé Fontes, professora e secretária de cultura da cidade de São Cristóvão, enfatiza que o papel do governo é apoiar, proteger os registros, os vídeos e os documentos que eternizem a passagem de cada um dos membros do folclore.
“É dever apoiar e difundir a cultura, respeitando a tradicionalidade, respeitando o grupo como elemento importante na cidade. Provocar o registro dessa memória através de livros e do registro de documentos”, frisa Aglaé Fontes.

Mas para tornar vivo o encantamento e a riqueza do folclore é preciso investimento, sobretudo, porque muitos grupos folclóricos enfrentam dificuldades financeiras para manter o seu legado. “Alguns grupos acabam porque não tem como se sustentar. Falta dinheiro para a manutenção dos grupos”, afirma Luiz Antônio Barreto, historiador e pesquisador.

Eloisa Galdino, secretária de Estado da Cultura, admite que o dever do governo  é fomenta o registro do folclore e do cuidado com a preservação. “Hoje, nós temos ferramentas que podem fazer com que o trabalho e a brincadeira desses grupos se aproximem da população, seja através da internet, na produção de um documentário realizado pelo Gonçalo, Taieira, Camcumbi, por exemplo”, diz a Eloisa Galdino.

Participaram ainda, além do presidente da Conaqj Michael Helry, o marcador da  Quadrilha Unidos em Asa Branca Eloi Filho, o historiador Zezito dentre outros representantes do movimento folclórico de Sergipe.

 Fonte: Cinform
Foto: Ana Lícia Menezes
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